Diário Astral
domingo, 14 de novembro de 2010
O Filho da Delegada.
Na noite anterior, tive um sonho completamente louco. Até agora não consegui comprovar se tinha alguma verdade por trás dele.
Eu estava em uma casa quando vi um espírito de um rapaz: alto, bonito, usando uma blusa cinza. Parecia lutador de jiu-jitsu. Mas estava muito pálido, desnorteado e, ao mesmo tempo, apavorado.
Eu, claro, fiquei desesperada, pronta pra sair correndo. Mas ele disse:
— Não vou te fazer mal, já vou embora. Só quero que você me ajude. Minha mãe é delegada e sei os ladrões que me mataram.
Depois, completou com um endereço: Estrada Wladmir Brito de Carvalho, número 238. Fui pesquisar inúmeras vezes e nunca encontrei nada com esse nome ou número. Pedi um telefone, mas ele, confuso, disse que não sabia.
Até hoje, gostaria de entender o que esse sonho significa. Quem sabe, em breve, eu descubra algum dado novo.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Projeção Astral
Resolvi pesquisar sobre o assunto para entender melhor o que acontece comigo.
Aqui está a primeira parte da minha pesquisa.
Nesta lição, vamos começar a conhecer e compreender um fenômeno natural do ser humano, que ocorre sempre que adormecemos.
Trata-se da projeção ou desdobramento astral, também conhecido como viagem astral ou sonho lúcido.
Independentemente de a pessoa aceitar ou não, ou de ter consciência disso ou não, o fato é que esse fenômeno nos acompanha desde que nascemos.
O motivo de estudarmos esse tema é simples: podemos desenvolver a capacidade de ter controle sobre a projeção astral.
E qual é a vantagem de ter esse controle?
Como vimos na lição anterior, possuímos um corpo astral, que é o veículo utilizado para nossa manifestação no mundo astral.
Isso significa que, se tivermos controle sobre a projeção, poderemos atuar conscientemente nesse mundo totalmente novo, onde o tempo não existe, e que guarda muitos segredos sobre nós mesmos, sobre o destino, os mistérios da vida e da morte, do Universo e da criação.
Podemos ainda afirmar que tudo o que existe no físico também existe no astral, mas nem tudo o que existe no astral existe no físico.
O processo da projeção astral inconsciente
Todo ser humano precisa dormir para que o organismo descanse e seja revitalizado, recuperando as energias gastas nas atividades normais do dia a dia.
Por isso, é impossível uma pessoa permanecer muito tempo sem dormir: o corpo físico precisa ser renovado para continuar funcionando.
Um exemplo claro disso são pessoas que, pela necessidade urgente de revitalização do corpo físico, acabam adormecendo ao volante de um veículo, causando graves acidentes.
O corpo vital é o responsável por essa revitalização. Mas, para que ele desempenhe sua função, é necessário haver a separação — ou desdobramento — do corpo astral.
Assim, ao adormecermos, literalmente saímos do corpo físico, “vestidos” com o corpo astral.
O problema é que, por estarmos com a consciência adormecida, não nos damos conta desse processo.
Por isso, para nós, tudo se passa como se nada tivesse acontecido.
Quando retornamos ao corpo físico e acordamos, depois do tempo necessário para o organismo se recuperar, normalmente recordamos apenas fragmentos de sonhos.
A clareza e a intensidade dessas recordações variam muito de pessoa para pessoa: algumas lembram de muitos detalhes; outras, de absolutamente nada.
📖 Fonte: Divina Ciência
quarta-feira, 24 de março de 2010
A Arrumadeira
Não podia deixar de relatar essa história.
Não é muito recente, digo, não é desses dias, e sim de alguns meses atrás. Para ser mais exata, começou há uns cinco meses.
Tudo aconteceu logo depois da mudança. Sempre pela manhã, enquanto eu ainda estava na cama, começava um barulho de arrumação insuportável. Eu ouvia sofá sendo arrastado, sala sendo lavada, até a varanda do meu quarto, com direito a umas batidinhas no vidro. No início achei que fosse coisa da vizinha de cima, ou do lado… sei lá. Mas os dias foram passando e a tal arrumação só aumentava, até que aconteceu o primeiro sonho.
Lá estava ela: loira, olhos verdes, aparentando uns quarenta anos. Estava lavando a minha louça, fazendo bolos e massas. Olhou pra mim e disse:
— Só tem você? Achei que viria mais gente.
Eu, claro, só consegui perguntar:
— Há quanto tempo você está aqui?
E ela, sem titubear:
— Desde quando o apartamento foi construído.
Ai, meu Deus.
Depois desse primeiro sonho, os barulhos matinais continuaram. Aí veio o segundo sonho: lá estava ela de novo, na pia, lavando louça. Perguntei seu nome, e ela respondeu:
— Nídia.
E pronto.
A “Nídia” continuava a se manifestar todas as manhãs, e eu já não aguentava mais porque não conseguia dormir. Até que um dia resolvi enfiar o travesseiro na cabeça pra ver se abafava os ruídos. Mas foi justamente nesse dia que tudo mudou: quando olhei pelo canto do olho esquerdo, lá estava ela. Dentro do meu quarto. Limpando a minha mesinha de cabeceira.
Fiquei congelada de medo, me enfiei debaixo do travesseiro e fiquei lá um bom tempo. Porque, convenhamos, nunca vou me acostumar com esse tipo de coisa.
Foi a primeira e a última vez que vi Nídia — graças a Deus! Ela acabou expulsa lá de casa. Chamei alguém pra orar, afinal, não estava a fim de ter uma empregada de outro mundo. Até porque, trabalhar de graça nunca é bom… vai que ela resolve me colocar na justiça? rs
O pior é que, apesar de todo esse barulho, minha casa continuava bagunçada. Se ao menos eu levantasse e encontrasse tudo arrumado, aí seria um caso a se pensar, né? rs
Minha mãe ainda disse:
— Olha, se até espírito do além tá vindo limpar tua casa, é porque você tá precisando!
Nem tanto. Aqui tá tudo limpo. Quer dizer… mais ou menos. 😂
terça-feira, 23 de março de 2010
A cor do meu espírito
Acho que essa coisa de sair do corpo e flutuar já não é mais uma simples sensação, e sim uma certeza. Sei que pode parecer coisa de louco, mas não me importo, porque sei o que realmente acontece comigo — e isso já me basta.
Hoje aconteceu algo interessante: consegui sair do meu corpo de forma consciente. Tive medo (como sempre) de sair do quarto, então acabei voltando.
Foi como se meu corpo fosse a cama. Eu deitei e levantei apenas os braços. Primeiro o esquerdo: vi nitidamente, só que em forma de espírito. Depois, o direito. É engraçado… parecia ser formado por pequenas gotas d’água, transparente e brilhante. Tinha uma luz amarela. Achei tão interessante que tentei juntar as mãos, mas uma passou pela outra (rsrs). Foi surpreendente!
Descobri que tenho uma luz amarela — ou dourada, sei lá… Não sei o que significa, mas deve ser coisa boa (rs).
Essas coisas só acontecem comigo… Acho que é tempo sobrando (rsrs).
quinta-feira, 11 de março de 2010
Mais uma projeção
Hoje tive uma projeção. Quase todas as noites saio do meu corpo e flutuo, e é uma sensação maravilhosa de liberdade. Um dia desses, consegui até colocar os pés no mar. O mais engraçado é sentir o frio do vento enquanto estou voando.
Em uma dessas viagens pelo universo, vi faíscas prateadas subindo de baixo para cima. Fui até lá para ver o que era e encontrei um túnel branco, azul e com luzes amarelas. Confesso que senti medo de mergulhar no desconhecido — afinal, podia não conseguir voltar.
Na entrada, havia anjos, mas eu não conseguia ver seus rostos, apenas sombras que brilhavam. Continuei atravessando o túnel numa velocidade incrível. Em algumas partes, vi o céu estrelado e escuro. Cheguei a um determinado lugar onde havia vários quadradinhos mostrando partes da minha vida: me vi vestida de noiva, vi meu padrinho… algumas cenas estavam lá, mas não consigo me lembrar de todas.
Lembro que comecei a gritar e perguntar se os animais tinham alma (rs, que coisa louca). Faz um mês que perdi minha cadela, e essa tem sido minha maior preocupação. Seria tão bom se os animais também fossem para algum lugar. Comecei a gritar o nome dela e, de repente, me vi em um corredor de hospital. No chão, vi pegadas que iam se formando, e quando estiquei a cabeça, lá estava ela. Gritei seu nome, e quando ela me viu, ficou tão feliz! Eu não parava de chorar, porque foi tão real… chorei tanto que acordei chorando.
Pode ter sido só um sonho bobo, coisas da minha cabeça. Mas o bom dos sonhos — ou não — é que podemos matar a saudade de quem se foi, nem que seja por um segundo.
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